Designação da UFCD: Confeção de massas cozidas
Código: 1770
Carga Horária: 25 horas
Objectivos:
Identificar as principais variedades de massas cozidas.
Preparar massas cozidas.
Confecionar massas cozidas e respetivas aplicações.
Cumprir as normas de higiene e segurança.
Método de avaliação:
Várias confecções de massas cozidas e 1 teste prático
Confecção de massas cozidas
No módulo de confecção de massas cozidas
de 25 horas, tivemos um novo formador, Francisco Pavia.
Começámos por abordar, teoricamente, os
vários tipos de farinha, dos quais destaco a farinha para o pão que é a farinha
tipo 65 e a farinha para os bolos e massas lêvedas que é a farinha de trigo
tipo 55, pois esta é mais fina e é a mais indicada para a confecção de bolos.
Devo dizer que, não fazia a mínima ideia
como era constituída a farinha, e o formador, Francisco Pavia, deu-me uma breve
explicação sobre a sua constituição.
Ora bem, pelo que percebi e aprendi
através do formador, Francisco Pavia, a farinha é um pó desidratado é rica em
amido utilizada na alimentação, produto obtido geralmente de cereais moídos,
como trigo ou de outras partes vegetais ricas em amido, como a raiz da
mandioca.
Denomina-se farinha integral se, na sua
elaboração, o grão inteiro for moído, a parte interna (endosperma), as cascas
(farelo) e o gérmen. Só será "refinada" caso sejam retiradas as
cascas dos grãos.
Podem existir ainda, farinhas de diferentes
cereais. A mais habitual é a farinha de trigo, elemento imprescindível para a
elaboração do pão, macarrão, bolos e outros alimentos.
Existem, em pastelaria, duas espécies de
massas: as massas lêvedas e as massas não lêvedas.
As primeiras distinguem-se por levarem
como ingrediente fermento em pasta, o que vai obrigar a massa a ter um tempo de
repouso, exactamente para permitir a fermentação.
Conforme a manipulação a que se sujeitar
a massa (amassar, bater, espalmar, secar, tempo de repouso ou de crescimento),
obtêm-se massas lêvedas, massas secas, massas moles e massas montadas.
A execução rigorosa das receitas de base
e o seu cumprimento exacto (respeito pelas proporções e pelos processos de
preparação) asseguram o êxito de uma boa pastelaria.
As massas antes de eu as estender, devem
ter sempre um tempo de descanso.
Polvilho com farinha a pedra da mesa, antes
de estender a massa. Utilizo pouca farinha, de contrário, a massa absorve-a,
modificando a sua estrutura.
Polvilho igualmente o rolo da massa e,
se necessário, as minhas mãos.
No caso de eu forrar ao mesmo tempo, uma
série de forminhas coloco-as lado a lado e cubro-as com e massa e passo
com o rolo por cima.
Já na cozedura, há certas massas exigem
ser pinceladas com a gema do ovo antes da cozedura para ficarem mais brilhantes
e douradas.
Terminado o tempo de cozedura indicado
nas receitas, verifico se a massa está cozida espetando um palito. Se este sair
seco, a massa está cozida, se o palito sair húmido, a massa precisa de cozer
mais algum tempo.
Se a superfície de um bolo começar a
ficar escura antes de eu terminar a cozedura, cubro-a com uma folha de
alumínio.
Salvo outra indicação, desenformo o bolo
sobre uma rede ou um outro prato para arrefecer mais depressa.
Mesmo sendo este módulo pequeno, em
relação às horas indicadas no referencial, ainda abordámos os vários tipos de
nata.
Não fazia a mínima ideia que havia natas
de origem vegetal e natas de origem animal.
As natas de origem animal tanto as natas
de origem vegetal, podem-se guardar no frigorífico.
Ao terminar este módulo de confecção de
massas cozidas, relembrei o que já tinha confeccionado nas sessões antecedentes
a esta e, como futuro técnico de cozinha/pastelaria, estou preparado para confeccionar
todo o tipo de massas cozidas, inclusivé, Rins, Éclairs, Ducheses, Profiteroles e muitos
outros.



























Sem comentários:
Enviar um comentário