Designação da UFCD: Língua inglesa na cozinha/pastelaria
Código: 4664
Carga Horária: 25
Objetivos
Utilizar a língua inglesa na cozinha/pastelaria.
Interpretar e produzir textos de diferentes matrizes discursivas em inglês, a nível do utilizador independente, adequando-os às diversas situações comunicativas próprias do serviço de cozinha/pastelaria.
Interagir e comunicar em inglês, a nível do utilizador independente.
Método de avaliação:
2 Testes de avaliação e um teste oral
Língua inglesa na cozinha/pastelaria
A língua inglesa,
cada vez mais, está a ser reconhecida como a língua do Mundo.
Este UFCD de 25
horas de língua inglesa na cozinha/pastelaria tem um peso bastante elevado na minha
formação individual. Não é só a universalidade da comunicação socializada que aqui
interessa, mas sim, a universalidade da comunicação do inglês técnico para a vertente
de cozinha/pastelaria. Já que no sector da restauração/hotelaria, cada vez
mais, está a ser criada a inclusão de línguas para ultrapassar barreiras de
espaço e de tempo, que, no meu parecer, não faria qualquer sentido em manter
barreiras linguísticas do próprio país.
Por assim ser, e
dada a simplicidade relativa do inglês ou português, a sua difusão mediática pelo mundo, torna-se
fácil de entender. A meu ver, é sempre importante haver Inglês Técnico no sector da
restauração (cozinha/pastelaria) derivado, a certos alimentos, útensilios e pessoas que por cá nos visitam que não falam português.
No meu outro ponto de
vista, é importante, porque tem que existir um ponto de contacto linguístico comum entre as
nossas culturas que sejam também pouco susceptível de criar mal-entendidos e, aí, o
Inglês destaca-se, mais uma vez.
Em relação à
matéria abordada nas sessões de formação, esta não foi muito diferente da do
módulo de língua francesa na cozinha/pastelaria.
A nossa formadora,
Ana Dinis, sempre motivou todos os formandos a participarem nas sessões de formação quer na escrita,
quer na oralidade, e nos ensinou as principais frutas, vegetais, refeições, lacticínios,
especiarias, carnes, frutos secos, bebidas, sopas, crustáceos, maricos e
cereais.
Depois destas
temáticas dadas, fizemos 2 testes escritos para mostrarmos os nossos
conhecimentos adquiridos ao longo desta formação.
E, para terminar,
deixo aqui, alguns dos termos técnicos:
Chestnut –
Castanha; Medlar – Nêspera; Leek – Alho Françês; Turnip – Nabo; Pomegranate –
Romã; Mushroom – Cogumelos; Cheese Curd – Requeijão; Cloves – Cravinho; Lamb –
Carneiro; Quail – Codorniz; Mackarel – Carapau; Shellfish – crustáceos;
Swodfish – Espadarte; Cucumber
(pepino); Chives (cebolinho); Persimmon (dióspiro); Dressing (molho para pratos
frios); Sofrito (refogado); to taste (q.b.); Colander (passador); Puff pastry
(massa folhada); Roll out the dough (estender a massa); Mortar and pestle
(almofariz e pilão) and Beat the egg whites in stiff peaks (bater as claras em
castelo).
Com este
aprendizado, eu como futuro técnico de cozinha/pastelaria, sinto-me preparado
para usar os vários termos técnicos de língua inglesa na vertente da hotelaria/restauração.
Ou, se no caso de eu ir trabalhar para o estrangeiro, dou uso ao vocabulário que aprendi ao longo desta
formação.
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