domingo, 8 de junho de 2014

Língua inglesa na cozinha/pastelaria


Designação da UFCD: Língua inglesa na cozinha/pastelaria

Código: 4664

Carga Horária: 25

Objetivos

Utilizar a língua inglesa na cozinha/pastelaria.
Interpretar e produzir textos de diferentes matrizes discursivas em inglês, a nível do utilizador independente, adequando-os às diversas situações comunicativas próprias do serviço de cozinha/pastelaria.
Interagir e comunicar em inglês, a nível do utilizador independente.

Método de avaliação:

2 Testes de avaliação e um teste oral




Língua inglesa na cozinha/pastelaria





A língua inglesa, cada vez mais, está a ser reconhecida como a língua do Mundo. 
Este UFCD de 25 horas de língua inglesa na cozinha/pastelaria tem um peso bastante elevado na minha formação individual. Não é só a universalidade da comunicação socializada que aqui interessa, mas sim, a universalidade da comunicação do inglês técnico para a vertente de cozinha/pastelaria. Já que no sector da restauração/hotelaria, cada vez mais, está a ser criada a inclusão de línguas para ultrapassar barreiras de espaço e de tempo, que, no meu parecer, não faria qualquer sentido em manter barreiras linguísticas do próprio país.
Por assim ser, e dada a simplicidade relativa do inglês ou português, a sua difusão mediática pelo mundo, torna-se fácil de entender. A meu ver, é sempre  importante haver Inglês Técnico no sector da restauração (cozinha/pastelaria) derivado, a certos alimentos, útensilios e pessoas que por cá nos visitam que não falam português.
No meu outro ponto de vista, é importante, porque tem que existir um ponto de contacto linguístico comum entre as nossas culturas que sejam também pouco susceptível de criar mal-entendidos e, aí, o Inglês destaca-se, mais uma vez.
Em relação à matéria abordada nas sessões de formação, esta não foi muito diferente da do módulo de língua francesa na cozinha/pastelaria.
A nossa formadora, Ana Dinis, sempre motivou todos os formandos a participarem nas sessões de formação quer na escrita, quer na oralidade, e nos ensinou as principais frutas, vegetais, refeições, lacticínios, especiarias, carnes, frutos secos, bebidas, sopas, crustáceos, maricos e cereais.
Depois destas temáticas dadas, fizemos 2 testes escritos para mostrarmos os nossos conhecimentos adquiridos ao longo desta formação.
E, para terminar, deixo aqui, alguns dos termos técnicos:
Chestnut – Castanha; Medlar – Nêspera; Leek – Alho Françês; Turnip – Nabo; Pomegranate – Romã; Mushroom – Cogumelos; Cheese Curd – Requeijão; Cloves – Cravinho; Lamb – Carneiro; Quail – Codorniz; Mackarel – Carapau; Shellfish – crustáceos; Swodfish – Espadarte; Cucumber (pepino); Chives (cebolinho); Persimmon (dióspiro); Dressing (molho para pratos frios); Sofrito (refogado); to taste (q.b.); Colander (passador); Puff pastry (massa folhada); Roll out the dough (estender a massa); Mortar and pestle (almofariz e pilão) and Beat the egg whites in stiff peaks (bater as claras em castelo).
Com este aprendizado, eu como futuro técnico de cozinha/pastelaria, sinto-me preparado para usar os vários termos técnicos de língua inglesa na vertente da hotelaria/restauração. Ou, se no caso de eu ir trabalhar para o estrangeiro, dou uso ao vocabulário que aprendi ao longo desta formação.

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