domingo, 1 de junho de 2014

Reflexão de Comunicação Interpessoal - 2014


Designação da UFCD: Comunicação interpessoal

Código: 4212

Carga Horária: 25

Objetivos

Comunicar com diferentes interlocutores

Método de avaliação:

3 trabalhos individuais e um teste de avaliação




Comunicação interpessoal




Em relação ao módulo de Comunicação Interpessoal, analisei e aprofundei os meus conhecimentos aos elementos do processo comunicacional e a pertinência destes mesmos.
A Formadora Dr.ª Maria Magalhães, fez com que eu clarificasse, ainda mais, os meus vastos conhecimentos de alguns modelos e teorias da comunicação, bem como, a sua evolução ao longo dos tempos, no que respeita a barreiras e à fidelidade da mesma.
Analisei, o papel da linguagem não verbal, nas suas mais variadas formas como complemento essencial da comunicação verbal, promotora do feedback, do processo de retroacção e avaliação da mudança ocorrida entre os interlocutores.
Ora bem, depois de ver o seu verdadeiro significado, concluo que, comunicar deriva do latim comunicare, que significa “por em comum”, “entrar em relação com algo…”.
Eu, permanentemente, estou constantemente a comunicar, mesmo que não tenha consciência disso. 
Através do meu vestuário, do meu modo de actuar, do meu tom de voz, dos meus gestos, do meu sorriso, tudo isto através da minha linguagem verbal ou não verbal.
Eu, por exemplo, transmito as mais variadas mensagens aos meus semelhantes. 
A presença constante de certos fenómenos comunicacionais à minha volta (ou em meu redor), tanto ocorre comigo, enquanto emissor, como no meu papel de receptor.
No meu primeiro parecer, a comunicação é, pois, um processo sempre permanente e contínuo.
Aprendi também, com a Dr.ª Maria Magalhães que, em relação ao processo comunicativo utilizo a linguagem verbal quando pronuncio algumas palavras, alguns verbos, a qual se ocorre também de forma escrita.
Esta pode ser através das mais diversas formas como os livros, os cartazes, as cartas, os telegramas (embora esta já esteja em desuso), a Internet e toda a imprensa escrita, como os jornais e as revistas.
Já na Linguagem "Não Verbal" entendo que esta é, também, utilizada por mim, quando eu emito ou recebo mensagens, através dos meus determinados gestos, das minhas posturas corporais, das minhas expressões faciais, da minha Para Linguística (do tom da minha voz, a minha pronúncia, a articulação das minhas palavras, entre outros), os momentos do meu silêncio, a minha proximidade ou, o meu distanciamento entre as mais diversas pessoas, o meu modo de me vestir, de me pentear, da minha disposição, entre tantas outras coisas mais.
Na Comunicação Proxémica, esta se refere ao modo como todos os Seres Humanos, incluindo eu, se organizam nos espaços, enquanto se comunicam. Consequentemente, deliberei que, a maior ou menor facilidade de organização espacial promoverá ou não, a função comunicativa na qual nos encontramos no dia a dia.
A Comunicação Cinestésica é veiculada pelos meus conjuntos de posturas, dos meus movimentos e dos meus gestos corporais que exprimem as mais diversas emoções enquanto Ser Humano, como o júbilo, as minhas irritações, as minhas excitações, os meus desagrados, o meu nervosismo e afins.
Por Comunicação Para Linguística entendo que, a minha maneira de falar, de transmitir as minhas informações específicas, como a velocidade com que falo, as minhas articulações, a minha pronúncia, a modulação, o meu tom, o meu timbre, a minha projecção da voz, a minha presença ou a minha ausência de energia, de confiança, do meu entusiasmo, do meu optimismo ou do meu pessimismo; eu como emissor, posso transmitir aos receptores, de forma a mantê-los sempre interessados e motivados.
Esta minha forma de comunicação não verbal é aquela que mais fielmente transmite as minhas emoções, os meus sentimentos e os meus pensamentos enquanto emissor.
Conclui ainda que, para que a Comunicação Interpessoal seja mais eficaz, em suma, todos os intervenientes no processo comunicativo devem ter sempre presente à necessidade de adoptar uma boa postura, um olhar interessado e caloroso, falando e olhando sempre para o interlocutor ( olhos nos olhos), tratando-o com correcção e abertura de espírito; falar de forma positiva, franca e de rosto sorridente, com simpatia e adaptando a mensagem ao interlocutor, utilizando palavras e frases simples e breves, acompanhando-as também de gestos simples.
Estes devem, também, concentrar-se na mensagem, induzindo aos outros a fazerem o mesmo.
No meu segundo parecer, posso mesmo dizer, que um bom comunicador deve falar de forma clara, convincente e de forma oportuna, utilizando a pronúncia, o tom e o timbre de voz, a modulação e a velocidade adequada, de modo a que os interlocutores o compreendam, certificando-se, posteriormente, que as mensagens foram compreendidas pelos mesmos.
Também é verdade que devo ter em conta à Escuta Activa, esta nada mais é, um dos mais elevados cumprimentos que posso fazer alguém.
É a maneira subtil de convencer os outros com os ouvidos, como já o tinha referido acima.
No fundo, estas aulas, incentivaram-me a aprender a ter uma postura mais assertiva com um nível de comunicação mais vasto.
Em relação ao código deontológico, abordámos, em aula, a do Jornalista.
Faço das minhas palavras a da formadora , posso concluir que “o exercício de cada profissão é efectivamente regulado e regrado pelo seu código deontológico e que qualquer pessoa, organismo ou instituição poderão recorrer aos órgãos reguladores para averiguar da violação de determinadas regras”.
No que respeita ao meu último trabalho deontológico do jornalista feito em aula, a meu ver, acho que poderia tê-lo desenvolvido mais, mesmo eu tendo 19 valores, penso tê-lo feito e atingindo os objectivos propostos que a formadora Maria Magalhães me pediu.
Também é verdade que, a minha forma de comunicar e interpretar, sempre foram muito bem estruturadas, mas também fui muito objectivo, directo e esclarecedor.
Assim me despeço de cepa, da minha curta reflexão de Comunicação Interpessoal.

 

Atentamente e Venerador

Jorge_Palma25@hotmail.com


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