Designação da UFCD: Comunicação interpessoal
Código: 4212
Carga Horária: 25
Objetivos
Comunicar com diferentes interlocutores
Método de avaliação:
3 trabalhos individuais e um teste de avaliação
Comunicação interpessoal
Em relação ao módulo de Comunicação
Interpessoal, analisei e aprofundei os meus conhecimentos aos elementos do
processo comunicacional e a pertinência destes mesmos.
A Formadora Dr.ª Maria Magalhães, fez
com que eu clarificasse, ainda mais, os meus vastos conhecimentos de alguns
modelos e teorias da comunicação, bem como, a sua evolução ao longo dos tempos,
no que respeita a barreiras e à fidelidade da mesma.
Analisei, o papel da linguagem não
verbal, nas suas mais variadas formas como complemento essencial da comunicação
verbal, promotora do feedback, do processo de retroacção e avaliação da mudança
ocorrida entre os interlocutores.
Ora bem, depois de ver o seu verdadeiro
significado, concluo que, comunicar deriva do latim comunicare, que significa
“por em comum”, “entrar em relação com algo…”.
Eu, permanentemente, estou
constantemente a comunicar, mesmo que não tenha consciência disso.
Através do meu
vestuário, do meu modo de actuar, do meu tom de voz, dos meus gestos, do meu
sorriso, tudo isto através da minha linguagem verbal ou não verbal.
Eu, por exemplo, transmito as mais
variadas mensagens aos meus semelhantes.
A presença constante de certos
fenómenos comunicacionais à minha volta (ou em meu redor), tanto ocorre comigo,
enquanto emissor, como no meu papel de receptor.
No meu primeiro parecer, a
comunicação é, pois, um processo sempre permanente e contínuo.
Aprendi também, com a Dr.ª Maria
Magalhães que, em relação ao processo comunicativo utilizo a linguagem verbal
quando pronuncio algumas palavras, alguns verbos, a qual se ocorre também de
forma escrita.
Esta pode ser através das mais
diversas formas como os livros, os cartazes, as cartas, os telegramas (embora esta
já esteja em desuso), a Internet e toda a imprensa escrita, como os jornais e as
revistas.
Já na Linguagem "Não Verbal" entendo
que esta é, também, utilizada por mim, quando eu emito ou recebo mensagens,
através dos meus determinados gestos, das minhas posturas corporais, das minhas
expressões faciais, da minha Para Linguística (do tom da minha voz, a minha pronúncia,
a articulação das minhas palavras, entre outros), os momentos do meu silêncio, a
minha proximidade ou, o meu distanciamento entre as mais diversas pessoas, o meu
modo de me vestir, de me pentear, da minha disposição, entre tantas outras coisas mais.
Na Comunicação Proxémica, esta se
refere ao modo como todos os Seres Humanos, incluindo eu, se organizam nos
espaços, enquanto se comunicam. Consequentemente, deliberei que, a maior ou
menor facilidade de organização espacial promoverá ou não, a função
comunicativa na qual nos encontramos no dia a dia.
A Comunicação Cinestésica é
veiculada pelos meus conjuntos de posturas, dos meus movimentos e dos meus gestos
corporais que exprimem as mais diversas emoções enquanto Ser Humano, como o
júbilo, as minhas irritações, as minhas excitações, os meus desagrados, o meu nervosismo
e afins.
Por Comunicação Para Linguística
entendo que, a minha maneira de falar, de transmitir as minhas informações
específicas, como a velocidade com que falo, as minhas articulações, a minha
pronúncia, a modulação, o meu tom, o meu timbre, a minha projecção da voz, a minha
presença ou a minha ausência de energia, de confiança, do meu entusiasmo, do
meu optimismo ou do meu pessimismo; eu como emissor, posso transmitir aos
receptores, de forma a mantê-los sempre interessados e motivados.
Esta minha forma de comunicação não
verbal é aquela que mais fielmente transmite as minhas emoções, os meus sentimentos
e os meus pensamentos enquanto emissor.
Conclui ainda que, para que a
Comunicação Interpessoal seja mais eficaz, em suma, todos os intervenientes no
processo comunicativo devem ter sempre presente à necessidade de adoptar uma
boa postura, um olhar interessado e caloroso, falando e olhando sempre para o
interlocutor ( olhos nos olhos), tratando-o com correcção e abertura de espírito; falar de forma
positiva, franca e de rosto sorridente, com simpatia e adaptando a mensagem ao
interlocutor, utilizando palavras e frases simples e breves, acompanhando-as também
de gestos simples.
Estes devem, também, concentrar-se
na mensagem, induzindo aos outros a fazerem o mesmo.
No meu segundo parecer, posso mesmo
dizer, que um bom comunicador deve falar de forma clara, convincente e de forma
oportuna, utilizando a pronúncia, o tom e o timbre de voz, a modulação e a
velocidade adequada, de modo a que os interlocutores o compreendam,
certificando-se, posteriormente, que as mensagens foram compreendidas pelos
mesmos.
Também é verdade que devo ter em
conta à Escuta Activa, esta nada mais é, um dos mais elevados cumprimentos que
posso fazer alguém.
É a maneira subtil de convencer os
outros com os ouvidos, como já o tinha referido acima.
No fundo, estas aulas, incentivaram-me
a aprender a ter uma postura mais assertiva com um nível de comunicação mais vasto.
Em relação ao código deontológico, abordámos,
em aula, a do Jornalista.
Faço das minhas palavras a da
formadora , posso concluir que “o exercício de
cada profissão é efectivamente regulado e regrado pelo seu código deontológico
e que qualquer pessoa, organismo ou instituição poderão recorrer aos órgãos
reguladores para averiguar da violação de determinadas regras”.
No que respeita ao meu último
trabalho deontológico do jornalista feito em aula, a meu ver, acho que poderia
tê-lo desenvolvido mais, mesmo eu tendo 19 valores, penso tê-lo feito e atingindo os objectivos propostos
que a formadora Maria Magalhães me pediu.
Também é verdade que, a minha forma
de comunicar e interpretar, sempre foram muito bem estruturadas, mas também fui muito objectivo, directo e esclarecedor.
Assim me despeço de cepa, da minha
curta reflexão de Comunicação Interpessoal.
Atentamente e Venerador
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