Designação da UFCD: Confecção de bolos
Código: 4678
Carga Horária: 50
Objetivos:
Confeccionar bolos.
Método de avaliação:
Várias confecções de bolos e 1 trabalho individual
Confecção de bolos
Este módulo de Confecção de Bolos com duração de 50 horas, não foi muito diferente dos outros módulos.
No meu ponto de vista, não só serviu
como seguimento dos outros módulos, como também, o relembrar de tudo o que foi
feito nas sessões práticas anteriores.
O formador, Domingos Cruz, mais uma vez,
distribuiu pelos vários grupos, várias receitas (fichas técnicas) já feitas
anteriormente e, outras, que ainda não tínhamos confeccionado.
Dentro destas temáticas, começámos por
fazer o tal famoso pão-de-ló, bolo inglês, bolo mármore, travesseiro de noiva,
bolos de aniversários, tortas de azeitão, bolo-rei, Pâte à choux, tartes, broas
de milho, entre muitos outros, que já tínhamos confeccionado.
Ao princípio, não tinha noção que se
podia fazer vários tipos de pão-de-ló.
Quer pela quantidade das claras, quer pela quantidade de
ovos, de farinha, de frutas, amido, ou, até mesmo, fazer a junção de cacau a este
preparado, entre outros ingredientes.
Tudo depende da nossa imaginação, quer
no sabor que o queremos dar, quer na sua dimensão, mas sem deitar abaixo a preparação dos ovos com o açucar.
Por outro lado, aprendi que um bolo é um
alimento à base de massa de farinha, geralmente doce e é cozido no forno. Ao
longo destas sessões, apercebi-me que há vários tipos de bolos e que estes,
são um dos componentes principais das festas, como as festas de aniversários e
de casamentos, que por vezes, são ornamentados artisticamente e que ocupam o lugar central na mesa.
No entanto, também são feitos para serem
comidos em lanches ou no café-da-manhã.
Para além da farinha, que pode ser de
trigo, milho, batata, maisena ou qualquer outro ingrediente, na maior parte das
vezes, a massa para bolos leva aromatizantes, como a casca de limão ralada,
a levedura, fermento ou, ainda, açucar baunilhado.
No que respeita à Pâte à choux e aos rins, ao inicio, senti
uma pequena falta de prática com o saco de pasteleiro.
Mas, com a devida prática e tempo, de certeza que
os farei melhor.
Em relação às outras confecções,
correu-me tudo pelo melhor; muito delas até fui elogiado.
Com a resolução deste módulo, adquiri
mais conhecimentos na confecção de bolos, assim como, algumas técnicas de uso no saco de pasteleiro, incluindo, um melhor entendimento de temperaturas do forno, entre muitas outras, não citadas aqui.
Porém, os bolos que conhecemos hoje é uma
evolução das receitas de pão e mel que já eram utilizadas na antiguidade, no
Egito, Grécia e em Roma. Há registros de que os cozinheiros do faraó Ramsés já
executavam receitas elaboradas de doces muito parecidos com bolos.
Na Grécia Antiga esse tipo de receita
era feito para as celebrações aos deuses, mais especificamente para deusa
Ártemis.
Mas os principais responsáveis por difundir o
costume de utilizar o pão doce, ancestral do bolo, em comemorações de
aniversário e casamentos, foram os romanos. Eles tinham o hábito de comemorar as
datas de nascimentos das pessoas, e esse tipo de receita era usada, como uma
comida especial da festa. Na verdade, os romanos aprimoraram as técnicas para
fazer os bolos, como eles conheciam a fermentação, utilizaram dela para fazer a
massa crescer mais.
As famílias romanas mais poderosas,
costumavam organizar grandes festas quando havia casamentos e os bolos eram
utilizados nas celebrações. Faziam-se bolinhos de marzipã decorados para jogar
nos noivos, após a festa, estes bolinhos doces representavam a fertilidade e o desejo dos
convidados de que os noivos fossem muito felizes em um casamento próspero e que
tivessem muitos filhos.
Na Idade Média, o modo de preparo dos
bolos e pães já havia evoluído e os registros de modo de preparo de bolos nesse
período eram bem parecidos com os de actualmente. Tem-se conhecimento de
que as receitas italianas do século XIV que distinguia o bolo do pão doce, por
exemplo. Na Alemanha medieval, tinha-se costume de fazer bolos para comemorar o
Natal. Esses bolos eram confeccionados no formato do menino Jesus e, mais tarde,
essa receita começou a ser utilizada nas comemorações de aniversário de
crianças, o que virou um costume, pois elas adoravam, assim como os adultos.
Por outro lado, acredita-se que a
elaboração de bolos exista desde o Egito Antigo na forma de pães adoçados com
xarope de frutas, tâmaras, passas. Os antigos gregos e romanos o aperfeiçoaram; o Nero, por exemplo, os apreciava. A real diferença entre pães e bolos só veio a
ser caracterizada durante o Renascimento. A denominação teria vindo de bola e
os bolos teriam formas associadas à lua, a ao cone.
O primeiro bolo alto, de andares, teria
sido feito para o casamento de Catarina de Médici com Henrique II da França em
1533. Em 1568 na Alemanha, no casamento de Guilherme da Baviera com Renata de
Lorena (França), o bolo tinha mais de 3 metros da altura e dele saiu Ferdinando
da Áustria . No reinado da Rainha Vitória I do Reino Unido houve muitas festa
com bolos de até 200 kg com 2 metros de altura.
As velas usadas nos bolos de aniversário
são originadas da Grécia Antiga, das festas de Ártemis no dia 6 de cada mês do
Calendário egípcio.
Abaixo, eis algumas das minhas habilidades
Abaixo, eis algumas das minhas habilidades
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