sexta-feira, 20 de junho de 2014

Confecção de bolos


Designação da UFCD: Confecção de bolos

Código: 4678

Carga Horária: 50

Objetivos:

Confeccionar bolos.  

Método de avaliação:

Várias confecções de bolos e 1 trabalho individual





Confecção de bolos





Este módulo de Confecção de Bolos com duração de 50 horas, não foi muito diferente dos outros módulos.
No meu ponto de vista, não só serviu como seguimento dos outros módulos, como também, o relembrar de tudo o que foi feito nas sessões práticas anteriores.
O formador, Domingos Cruz, mais uma vez, distribuiu pelos vários grupos, várias receitas (fichas técnicas) já feitas anteriormente e, outras, que ainda não tínhamos confeccionado.
Dentro destas temáticas, começámos por fazer o tal famoso pão-de-ló, bolo inglês, bolo mármore, travesseiro de noiva, bolos de aniversários, tortas de azeitão, bolo-rei, Pâte à choux, tartes, broas de milho, entre muitos outros, que já tínhamos confeccionado.
Ao princípio, não tinha noção que se podia fazer vários tipos de pão-de-ló.
Quer pela quantidade das claras, quer pela quantidade de ovos, de farinha, de frutas, amido, ou, até mesmo, fazer a junção de cacau a este preparado, entre outros ingredientes.
Tudo depende da nossa imaginação, quer no sabor que o queremos dar, quer na sua dimensão, mas sem deitar abaixo a preparação dos ovos com o açucar.
Por outro lado, aprendi que um bolo é um alimento à base de massa de farinha, geralmente doce e é cozido no forno. Ao longo destas sessões, apercebi-me que há vários tipos de bolos e que estes, são um dos componentes principais das festas, como as festas de aniversários e de casamentos, que por vezes, são ornamentados artisticamente e que ocupam o lugar central na mesa.
No entanto, também são feitos para serem comidos em lanches ou no café-da-manhã.
Para além da farinha, que pode ser de trigo, milho, batata, maisena ou qualquer outro ingrediente, na maior parte das vezes, a massa para bolos leva aromatizantes, como a casca de limão ralada, a levedura, fermento ou, ainda, açucar baunilhado.
No que respeita à Pâte à choux e aos rins, ao inicio, senti uma pequena falta de prática com o saco de pasteleiro.
Mas, com a devida prática e tempo, de certeza que os farei melhor.
Em relação às outras confecções, correu-me tudo pelo melhor; muito delas até fui elogiado.
Com a resolução deste módulo, adquiri mais conhecimentos na confecção de bolos, assim como, algumas técnicas de uso no saco de pasteleiro, incluindo, um melhor entendimento de temperaturas do forno, entre muitas outras, não citadas aqui.

Porém, os bolos que conhecemos hoje é uma evolução das receitas de pão e mel que já eram utilizadas na antiguidade, no Egito, Grécia e em Roma. Há registros de que os cozinheiros do faraó Ramsés já executavam receitas elaboradas de doces muito parecidos com bolos.
Na Grécia Antiga esse tipo de receita era feito para as celebrações aos deuses, mais especificamente para deusa Ártemis.
Mas os principais responsáveis por difundir o costume de utilizar o pão doce, ancestral do bolo, em comemorações de aniversário e casamentos, foram os romanos. Eles tinham o hábito de comemorar as datas de nascimentos das pessoas, e esse tipo de receita era usada, como uma comida especial da festa. Na verdade, os romanos aprimoraram as técnicas para fazer os bolos, como eles conheciam a fermentação, utilizaram dela para fazer a massa crescer mais.
As famílias romanas mais poderosas, costumavam organizar grandes festas quando havia casamentos e os bolos eram utilizados nas celebrações. Faziam-se bolinhos de marzipã decorados para jogar nos noivos, após a festa, estes bolinhos doces  representavam a fertilidade e o desejo dos convidados de que os noivos fossem muito felizes em um casamento próspero e que tivessem muitos filhos.
Na Idade Média, o modo de preparo dos bolos e pães já havia evoluído e os registros de modo de preparo de bolos nesse período eram bem parecidos com os de actualmente. Tem-se conhecimento de que as receitas italianas do século XIV que distinguia o bolo do pão doce, por exemplo. Na Alemanha medieval, tinha-se costume de fazer bolos para comemorar o Natal. Esses bolos eram confeccionados no formato do menino Jesus e, mais tarde, essa receita começou a ser utilizada nas comemorações de aniversário de crianças, o que virou um costume, pois elas adoravam, assim como os adultos.
Por outro lado, acredita-se que a elaboração de bolos exista desde o Egito Antigo na forma de pães adoçados com xarope de frutas, tâmaras, passas. Os antigos gregos e romanos o aperfeiçoaram; o Nero, por exemplo, os apreciava. A real diferença entre pães e bolos só veio a ser caracterizada durante o Renascimento. A denominação teria vindo de bola e os bolos teriam formas associadas à lua, a ao cone.
O primeiro bolo alto, de andares, teria sido feito para o casamento de Catarina de Médici com Henrique II da França em 1533. Em 1568 na Alemanha, no casamento de Guilherme da Baviera com Renata de Lorena (França), o bolo tinha mais de 3 metros da altura e dele saiu Ferdinando da Áustria . No reinado da Rainha Vitória I do Reino Unido houve muitas festa com bolos de até 200 kg com 2 metros de altura.
As velas usadas nos bolos de aniversário são originadas da Grécia Antiga, das festas de Ártemis no dia 6 de cada mês do Calendário egípcio.
Abaixo, eis algumas das minhas habilidades



















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