Designação da UFCD: Nutrição e alimentação
Código: 4665
Carga Horária: 50
Objectivos
Aplicar os princípios da nutrição.
Identificar os princípios da alimentação racional.
Caracterizar os constituintes alimentares e as suas
funções.
Analisar a rotulagem de alimentos e bebidas.
Caracterizar os factores determinantes do
comportamento alimentar.
Aplicar os princípios fundamentais da dietética na confecção
dos diferentes tipos de dietas, tendo em consideração o valor calórico e
nutricional dos alimentos.
Aplicar as regras da nutrição e dietética na
composição de ementas.
Método de avaliação:
Nutrição
e alimentação
Este módulo teve uma duração de 50h e,
pelo qual, abordámos alguns conceitos sobre a nova pirâmide alimentar e a nova
roda do alimentos e comparamos com a roda dos alimentos antiga.
De uma forma simples, a nova Roda dos
Alimentos transmite as orientações para uma Alimentação Saudável, isto é, uma
alimentação:
Completa - comer alimentos de cada grupo
e beber água diariamente;
Equilibrada - comer maior quantidade de
alimentos pertencentes aos grupos de maior dimensão e menor quantidade dos que
se encontram nos grupos de menor dimensão, de forma a ingerir o número de
porções recomendado; e
Variada - comer alimentos diferentes
dentro de cada grupo variando diariamente, semanalmente e nas diferentes épocas
do ano.
Devo dizer que, com os ensinamentos da
formadora Sofia Farto, fez com que eu relembra-se o que eu já tinha esquecido.
Foram várias as temáticas dadas, desde a
classificação dos alimentos, passando pelas dietas mediterrânicas entre outras.
Relembro-me que, derivado ao nº de
colegas Muçulmanos em aula, muitos destes, falaram sobre as restrições
alimentares e que na sua maioria as proibições relativamente à ingestão de
determinadas bebidas e comidas, são por motivos religiosos, culturais ou de
saúde.
A alimentação, no meu ponto de vista, é
um sistema complicado que se traduz em hábitos, ritos e costumes. As
regulamentações alimentares estão presentes em toda a sociedade, ao observar as
várias identidades étnicas, nacionais e regionais e, as religiões.
São várias as religiões que proíbem o
consumo de certos tipos de carne, temos o caso da carne de porco, em que a
maioria dos meus colegas de turma não pode comer.
Como trabalho de grupo, elaborámos a
alimentação dos Chineses/Japoneses em que existem algumas restrições culturais
contra o consumo de alguns animais que podem ser atribuídas à sua função de
animais de estimação.
Dentro de qualquer sociedade, alguns
tipos de carne são excluídos porque estão fora da definição aceite como género
alimentar.
Derivado à grande extensão do litoral e
da presença de correntes marítimas frias e quentes, a China e o Japão são uma
das maiores nações pesqueiras do mundo. Além da pesca, destaca-se, também, o grande
consumo de algas marinhas.
Apesar da sua reduzida área para a
agricultura (menos que 17% do seu território), os japoneses aproveitam
intensamente todo o seu terreno, aplicando técnicas modernas para o cultivo de
cereais, hortaliças e frutas.
No caso da pecuária, a falta de boas
pastagens limita a actividade, fazendo com que ela seja desenvolvida em pequena
escala.
Neste sentido, pode-se observar o porquê
da alimentação típica japonesa apresentar um alto consumo em peixes, algas
marinhas, vegetais e soja.
Os outros colegas, abordaram
vegetarianismo, em que estes, são defendidos por muitas religiões, como por
exemplo, na Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Foram vários os temas abordados por
grupos. Destaquei só estes, porque foram os temas que mais me cativaram nestas
sessões de nutrição e alimentação.
O
que mais gostei de fazer ao longo deste módulo, foi a temática das receitas em
relação às quantidades, proporções e capitações e a resolução do meu IMC.
IMC
|
Classificação
|
< 18,5
|
Baixo Peso
|
18,5 -24,9
|
Peso Normal
|
25 – 29,9
|
Excesso de Peso
|
30 – 34,9
|
Obsidade Grau I
|
35 – 39,9
|
Obsidade Grau II
|
> = 40
|
Obsidade Grau III
|
Confesso que, sempre tive um gosto para
as contas, apesar destas, não serem muito mais científicas neste referencial de
Cozinha/Pastelaria.
Em aula, a pedido da formadora, escrevi
um pouco sobre alguns aspectos pertinentes em relação aos meus erros
alimentares e, dos quais, devem de ser corrigidos.
Devo dizer que, estes alimentos como os
(cereais e derivados, hortícolas, fruta, lacticínios, carnes, pescado e ovos,
leguminosas, gorduras e óleos) podem ser organizados em grupos, de acordo com
os seus nutrientes que constituem (os glícidos, lípidos, prótidos, sais
minerais e vitaminas), dando origem à designada por roda dos alimentos.
Eu, diariamente, como alimentos de cada
um destes 7 grupos, mas em quantidades diferentes.
Diariamente, com a minha actividade (o
andar e o correr), por vezes, provoca carências no meu organismo.
Para eu superar estes gastos resultantes
das minhas atividades diárias, vou buscar os nutrientes em porções necessárias
estipuladas na nova roda dos alimentos.
Assim sendo, com esta alimentação mais
ajustada, vou construir e reparar as minhas estruturas celulares e criar mais
defesas no meu organismo.
Por essa mesma razão, existe na minha
alimentação, os prótipos (proteínas), os lípidos (gorduras), os sais minerais,
os glícidos (hidratos de carbono), fibras alimentares e a água.
Todos estes nutrimentos já mencionados
acima desempenham no meu organismo três funções muito importantes, que são:
Função energética, função plástica ou construtora
e função reguladora.
A função energética é a de fornecer
energia ao meu organismo, para o bom funcionamento e para a manutenção da minha
vida.
Por outro lado, serve para manter a
minha temperatura corporal e para permitir o trabalho muscular.
A função plástica ou construtora, são
principalmente as proteínas, que fazem parte da constituição de todos os meus
tecidos, contribuindo para a minha reconstituição ou crescimento e para a
formação dos meus tecidos que estão sujeitos a uma renovação constante.
Na função reguladora, apesar de não me
fornecer energia, promovem e facilitam quase todas as minhas reacções
bioquímicas no organismo. Sem esta acção, a minha vida não seria possível, nem
os outros nutrimentos eram correctamente aproveitados.
Os mais importantes são as vitaminas, os
minerais e as fibras alimentares ou complantix.
Em aula, abordámos um pouco da rotulagem
dos alimentos, em que esta é essencial para se conhecer o alimento, ou seja,
ajuda-me a fazer escolhas mais saudáveis evitando o consumo de nutrientes
indesejáveis e serve para me informar e educar.
Por outras palavras, a importância da
rotulagem nutricional dos alimentos para a promoção da alimentação saudável é
destacada em grande parte dos estudos e pesquisas que envolvem a área da
nutrição e sua relação com estratégias para a redução do risco de doenças
crônicas.
A melhor instrução da população e a
disponibilização de informações adequadas e compreensíveis sobre o conteúdo
nutricional podem corrigir erros alimentares, contribuindo para a promoção da
saúde e a redução do risco de doenças relacionadas à má nutrição e à
alimentação inadequada.
A maioria dos rótulos dos produtos
alimentares deve apresentar obrigatoriamente, as seguintes menções:
Denominação de venda;
Lista de ingredientes;
Quantidade liquida;
Prazo de validade;
Lote;
Nome e morada da entidade que lança o
produto no mercado;
Informação Nutricional – se tem gordura
ou se tem açúcar.
Também falámos do selo de salubridade
que tem a ver com um código de fabrico, ou seja, Pt Fr 79 Ce sendo este o nosso
código.
Abordámos também, as técnicas de
culinária, em que os métodos de aquecimento húmido são, o branquear, escalfar,
cozer, cozer a vapor (com ou sem pressão), estufar/guisar.
Já nos métodos de aquecimento seco são
no caso de se assar, saltear, grelhar fritar e de se cozinhar com microondas.
Com estas temáticas dadas e com o
trabalho final de grupo, saio deste módulo com mais conhecimentos que vão-me
permitir, no futuro, melhorar certas lacunas a respeito da composição de
ementas mais saudáveis e nutritivas, entre outras não especificadas nesta
pequena reflexão.
Atentamente e Venerador

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